Iniciamos o ano da Fé

Seg, 05 de Novembro de 2012 14:22 por: cnbb

 

Dom Orani João Tempesta Arcebispo do Rio de Janeiro (RJ)

Sua Santidade, o Papa Bento XVI, inaugurou no último dia 11 de outubro, o “Ano da Fé”. O evento comemora as celebrações em torno da abertura do Concílio Vaticano II, acontecimento eclesial de maior importância do século XX. O principal objetivo do Ano da Fé é promover a nova evangelização, ajudando todos os homens e mulheres a redescobrirem a alegria de crer mesmo diante da desertificação espiritual do mundo e seus efeitos nefastos na vida do ser humano. Na homilia de abertura, Bento XVI fez referência à cegueira do homem moderno, que por vezes perdeu a visão da fé e precisa reencontrá-la na pessoa de Jesus. Bartimeu é um exemplo de alguém que perdeu a visão e queria reencontrá-la. Alguém que havia perdido a luz. Contudo, guardava dentro de si a esperança de poder ver de novo. Essa possibilidade foi real em Jesus Cristo. Ele é a luz do mundo e só Ele tem poder de recobrar a visão, devolvendo ao homem a capacidade de ver de novo.

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Vou ao cemitério no Dia de Finados

 

 

Dom Pedro Brito Guimarães, Arcebispo de Palmas (TO)

“Esta é a morada de Deus-com-os-homens. Ele vai morar junto deles. Eles serão o seu povo, e o próprio Deus-com-eles será seu Deus. Ele enxugará toda lágrima dos seus olhos. A morte não existirá mais, e não haverá mais luto, nem grito, nem dor, porque as coisas anteriores passaram” (Ap 21,3-4).

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Sínodo dos Bispos: como terminou?

Seg, 29 de Outubro de 2012 14:06 por: cnbb

 
Dom Sérgio da Rocha
Arcebispo de Brasília / DF
 
É difícil resumir a riqueza da experiência vivida e das reflexões propostas na XIII Assembleia Geral Ordinária do Sínodo dos Bispos. O tema deste Sínodo, de feliz escolha do Papa Bento XVI, pela sua amplitude e complexidade, já dificulta qualquer tentativa de síntese. Por isso, neste terceiro relato, após o término da Assembleia Sinodal, procuro apenas partilhar alguns aspectos da experiência vivida e dos temas abordados, sem a pretensão de um resumo.

MENSAGEM AOS DIÁCONOS PERMANENTES DO BRASIL

MENSAGEM AOS DIÁCONOS PERMANENTES DO BRASIL
Amados irmãos diáconos, Tenho Sede!
A diaconia da Igreja decorre da sua íntima união à missão do próprio Cristo, que disse de si mesmo: "Pois o Filho do Homem não veio para ser servido, mas para servir e dar a vida em resgate por muitos" (Mc 10,45). Jesus definiu a sua missão como um serviço que, no fundo, era a realização da vontade do Pai e do seu desígnio de salvação. É assim que Ele se apresenta como Servo que deseja ser reconhecido, seguido e imitado: "eu estou no meio de vós como aquele que serve" (Lc 22,27); "Dei-vos o exemplo para que vós possais agir como Eu agi em relação a vós" (Jo 13,15). A atitude do servo supõe a obediência. Servir é obedecer e pôr a vida a serviço da vontade e do projeto do Pai que O enviou. "É preciso que o mundo saiba que eu amo o Pai e faço como o Pai me mandou" (Jo 14,31). Portanto, quem aceita seguir Jesus, como seu discípulo, assume a condição de servo, com a vocação de servir.

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S CATÓLICOS DESPERTANDO PARA A BÍBLIA

OS CATÓLICOS DESPERTANDO PARA A BÍBLIA - DOM ZENO HASTENTEUFEL
O pouco entusiasmo de muitos católicos pela Palavra de Deus e até certa frieza diante da Bíblia, tão visível em muitos ambientes, tem sua justificativa na história. Acontece que a Palavra de Deus era extremamente cara ao longo de toda a Idade Média. Para cada Bíblia manuscrita eram necessárias, ao menos, trinta peles de ovelhas ou cabras e tudo era manuscrito, em geral, pelos monges copistas. Só mesmo reis e príncipes podiam ter a Bíblia completa; de resto, só as dioceses e grandes mosteiros.

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