CNBB tem novo ecônomo

CNBB tem novo ecônomo .

Seg, 05 de Novembro de 2012 13:51 por: cnbb .

Com o fim do ano, a sede da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), em Brasília, começa a passar por ajustes para o ano de 2013. Em uma dessas mudanças, o cargo de ecônomo da CNBB, anteriormente ocupado por Francisco Julho de Souza, por 16 anos, será assumido pelo padre Benedito Tadeu Rosa, da diocese de Limeira (SP). Como sugere o nome, a função de um ecônomo, é cuidar da administração, logo, da economia da instituição. “Eu recebi o convite de dom Damasceno que, conversando com meu bispo, dom Vilson (bispo de Limeira- SP), me indicou para o cargo, para colaborar e servir à igreja em nível nacional”, explicou o padre que possui larga experiência na área financeira. É ecônomo há dez anos na diocese de Limeira e, em 1998, foi eleito o ecônomo do Seminário Diocesano São João Maria Vianney, para construção do Seminário em Campinas. “O trabalho do ecônomo é cuidar dos bens móveis e imóveis da CNBB, da sede, dos funcionários. Vamos dar continuidade ao trabalho e melhorar alguns setores”, revela padre Benedito Tadeu Rosa, mais conhecido como padre Tadeu. Há vinte anos, o padre atua como pároco na paróquia Nossa Senhora de Fátima, de Araras (SP), onde realiza inúmeras obras sociais como a alfabetização para adultos, e onde também criou a escola de informática. Na região, formou a Pastoral da Criança, em três comunidades; criou o S.O.S. Família na Paróquia; e criou o Encontro da Terceira Idade, dentre outras atividades. Padre Tadeu é brasileiro, e nasceu em 05 de outubro de 1958, na cidade de Cambuí (MG), onde iniciou seus estudos. Formou-se em matemática, disciplina que lecionou por vários anos. O novo ecônomo explica que por sua família residir em Campinas (SP), teve a oportunidade de conhecer os padres da diocese de Limeira, quando ingressou no seminário de Limeira. Posteriormente, tornou-se bacharel em Filosofia e Teologia. O novo ecônomo, ainda é um comunicador, já que preside a Fundação Educativa e Cultural do sistema de radiodifusão ‘Cidade das Árvores’, a qual possui uma rádio denominada Araras FM, que tem a finalidade de educar e evangelizar. “Dentro da nossa paróquia temos uma rádio que possui um belíssimo tema ‘educando e evangelizando’, e que costuma ficar em segundo e terceiro lugar na audiência da cidade”, orgulha-se. Ele afirma que está se ajustando à sua nova agenda. “Estou fazendo uma transição. Como combinado com dom Leonardo e dom Damasceno, durante a semana, fico aqui em Brasília até quarta-feira. Na paróquia fico de quinta a domingo, onde até o final de Novembro, continuo como ecônomo. Em 2013, me transfiro definitivamente para Brasília”, esclarece.

CNBB: 60 anos de amor à Igreja e ao Brasil

CNBB: 60 anos de amor à Igreja e ao Brasil

Nascida no Rio de Janeiro, aos 14 de outubro de 1952, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) comemora 60 anos a serviço da colegialidade episcopal, do planejamento pastoral e da evangelização em nosso país.
Para celebrar esta data, apresentamos aos irmãos e irmãs o testemunho dos protagonistas dos momentos inesquecíveis da vida e da ação da CNBB: cardeais, arcebispos, bispos, comissões episcopais, pastorais, organismos.

Apelo dos bispos do Espírito Santo pelo fim da violência contra a juventude

 

Após coletiva de imprensa realizada na tarde de sexta-feira, 26 de outubro, em Vitória (ES), em um apelo contra a violência, clamando por justiça junto aos homens de boa vontade, os bispos do estado do Espírito Santo; dom Luiz Mancilha Vilela,  arcebispo  de Vitória; dom Dário Campos, bispo de Cachoeiro de Itapemirim; dom Décio Zandonade, dispo de Colatina; dom Zanoni Demetino de Castro, bispo de São Mateus; dom Rubens Sevilha, bispo auxiliar de Vitória e dom Joaquim Wladimir Lopes Dias, bispo auxiliar de Vitória, publicaram a carta.

Trata-se de um apelo contra os altos índices de homicídios praticados no Estado do Espírito Santo, principalmente contra os jovens.

Papa agradece aos padres sinodais

Sáb, 27 de Outubro de 2012 12:48 / Atualizado - Sáb, 27 de Outubro de 2012 13:00 por: CNBB/RADIO VATICANO

 

No  final da sessão de trabalhos da manhã dese sábado, 27 de outubro,  Bento XVI proferiu um  discurso aos Padres sinodais, anunciando que decidiu, depois de muito  refletir e orar, transferir a competência sobre os Seminários da  Congregação para a Educação Católica para a Congregação para o Clero, e a  competência sobre a Catequese da Congregação para o Clero ao Pontifício  Conselho para a Promoção da Nova Evangelização.

 

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Significado da Cruz da jornada da Juventude

A cruz da JMJ ficou conhecida por diversos nomes: Cruz do Ano Santo, Cruz do Jubileu, Cruz da JMJ, Cruz Peregrina, e muitos a chamam de Cruz dos Jovens porque ela foi entregue pelo Papa João Paulo II aos jovens para que a levassem por todo o mundo, a todos os lugares e a todo tempo. 

A cruz de madeira de 3,8 metros foi construída e colocada como símbolo da fé católica, perto do altar principal na Basílica de São Pedro durante o Ano Santo da Redenção (Semana Santa de 1983 à Semana Santa de 1984). No final daquele ano, depois de fechar a Porta Santa, o Papa João Paulo II deu essa cruz como um símbolo do amor de Cristo pela humanidade. Quem a recebeu, em nome de toda a juventude, foram os jovens do Centro Juvenil Internacional São Lourenço, em Roma. Estas foram as palavras do Papa naquela ocasião: “Meus queridos jovens, na conclusão do Ano Santo, eu confio a vocês o sinal deste Ano Jubilar: a Cruz de Cristo! Carreguem-na pelo mundo como um símbolo do amor de Cristo pela humanidade, e anunciem a todos que somente na morte e ressurreição de Cristo podemos encontrar a salvação e a redenção” (Sua Santidade João Paulo II, Roma, 22 de abril de 2004).

Os jovens acolheram o desejo do Santo Padre. Desde 1984, a cruz da JMJ peregrinou pelo mundo, através da Europa, além da Cortina de Ferro, e para locais das Américas, Ásia, África e Austrália, estando presente em cada celebração internacional da Jornada Mundial da Juventude. Em 1994, a cruz começou um compromisso que, desde então, se tornou uma tradição: sua jornada anual pelas dioceses do país sede de cada JMJ internacional, como um meio de preparação espiritual para o grande evento

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